A etapa de limpeza dentro da Central de Materiais e Esterilização (CME) ganha cada vez mais destaque e importância no contexto do reprocessamento de produtos para a saúde. A higienização do instrumental é o primeiro e mais importante passo para o processo de descontaminação. Assegurar esse padrão oferece a garantia de que os materiais estão prontos para serem esterilizados ou desinfectados.
A norma europeia, que estabelece o critério de construção dos equipamentos de limpeza e termodesinfecção, EN ISO 15883 – 5, descreve os diferentes tipos de testes de limpeza indicados para o acompanhamento de rotina na CME.
Entre as etapas, é necessário realizar uma combinação de testes de sujidade e barreira para possibilitar a simulação da realidade da CME de maneira precisa.
Quantidades microscópicas de sangue, pele e mucosas deixadas nos instrumentais decorrentes do processo de limpeza ineficiente podem passar desapercebidos no teste visual de sujidade e afetar seriamente a esterilidade dos materiais.
Assim, a Norma que descreve os tipos de testes de limpeza para os equipamentos de termodesinfecção (15883-1:2004(E) 10) recomenda: “A verificação adicional da obtenção da eficácia de limpeza requerida durante o teste operacional deve ser provida pelo uso de um dos métodos de detecção e avaliação do resíduo de proteína”.
Portanto, para que possamos realmente ter segurança no processo de limpeza dos artigos médicos é requerido que a avaliação visual de sujidade seja complementada por um teste de detecção de resíduo proteicos.
Conheça alguns diferenciais do Scope Check, teste de limpeza comercializado pela Strattner capaz de verificar resíduos proteicos em produtos para saúde após o processo de limpeza:

Saiba mais sobre o Scope Check.
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