Tratamento da celulite utilizando a tecnologia de ondas de choque

Estética

O que é a celulite?

A celulite, grande inimiga das mulheres, é aquela “aparência irregular” com furinhos lembrando “casca de laranja”, que aparece principalmente nas regiões das coxas, glúteo e, menos frequentemente, braços e abdômen. Com a expansão do tecido adiposo em direção ao tecido cutâneo, ocorre a formação da celulite. Nesse processo, ocorre também a compressão de vasos e artérias que fazem a irrigação de oxigênio nas áreas do tecido adiposo e cutâneo, levando à formação de um edema (“inchaço”) e acarretando no aspecto irregular da pele.

Sua prevalência é de 80% a 90% nas mulheres após a puberdade e sua causa pode ser diversa. Desde alterações hormonais, flacidez, gordura localizada, retenção de líquido até má circulação podem levar à formação de celulite. Porém, apesar do que muitos pensam, essa condição não é particularmente relacionada à obesidade, ou seja, não há relação com o índice de massa corpórea, mas o excesso de peso pode acentuá-la.

 

Tratamento da celulite

Além de seguir uma alimentação saudável com baixa ingestão de sódio, consumo de água para manter a pele sempre hidratada e realização de exercícios físicos aeróbicos (caminhada, corrida, bicicleta etc), fazer um tratamento estético pode acelerar o resultado.

E para o tratamento, as Ondas Choque são uma excelente pedida! A cada sessão ocorre estimulação da microcirculação, fazendo com que as células do metabolismo celular sejam ativadas, estimulando fatores de crescimento e regeneração celular. O resultado? Melhora significativa da elasticidade do tecido. Confira na foto:

 

 

As ondas de choque são ondas acústicas, um tipo de energia mecânica que surge através de uma diferença rápida de pressão positiva alta para uma pressão negativa baixa. Essa diferença de pressão causa o efeito de cavitação, que é o que traz a maioria dos efeitos benéficos das ondas de choque.

Então a receita é simples: alimentação + exercícios aeróbicos + tratamento com Ondas de Choque

 

BIBLIOGRAFIA
1. Nürnberger, 1978; Scherwitz, 1978; Rossi, 2000.
2. Pavicig, 2006.

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