
Hospitais, clínicas e centros de esterilização são, por natureza, grandes consumidores de recursos — água, energia e produtos químicos — e por isso estão sob crescente pressão para equilibrar segurança do paciente, eficiência operacional e responsabilidade ambiental.
É fundamental que os responsáveis pela aquisição dos equipamentos para o CME avaliem não apenas o preço bruto de compra, mas os custos e a economia de água e energia que terá com o equipamento durante sua vida útil.
É nesse contexto que a nova geração de lavadoras desinfetadoras MATACHANA (séries MAT LD) se destaca. Os equipamentos foram desenvolvidos com a ecologia como bandeira central de projeto, unindo preservação de recursos naturais, redução de custos operacionais e manutenção do mais alto padrão de qualidade e segurança no processamento de materiais críticos e semicríticos.
A proposta da MATACHANA parte de uma lógica simples, mas poderosa: reduzir o consumo de água gera, em cascata, economia de energia e de produtos químicos — os três pilares ambientais mais sensíveis em um Centro de Material e Esterilização (CME).
A seguir, detalhamos como essa tecnologia impacta cada um desses eixos.
A água é, historicamente, um dos maiores vilões do consumo hospitalar — e também o ponto de partida para toda a cadeia de eficiência da MATACHANA. As termodesinfetadoras utilizam o sistema ECO KIT, responsável pela gestão inteligente do consumo hídrico por meio de fluxímetros e sensores de pressão instalados ao longo do circuito de lavagem.
O resultado é um equipamento que não apenas economiza água, mas que a gerência de forma dinâmica e proporcional à necessidade real de cada ciclo — evitando o desperdício típico de sistemas com volumes fixos.
A energia elétrica é, na maior parte dos processos de termodesinfecção, consumida principalmente para o aquecimento da água — seja na fase de lavagem, seja na fase de desinfecção térmica, que pode atingir temperaturas de até 93°C. Isso significa que qualquer redução no volume de água utilizado gera, automaticamente, uma redução proporcional na energia necessária para aquecê-la.
Esse encadeamento entre água e energia é um exemplo claro de como decisões de engenharia bem projetadas geram benefícios ambientais e operacionais simultâneos.
O terceiro eixo de sustentabilidade está diretamente relacionado à dosagem de produtos químicos utilizados no processo — um ponto sensível tanto para o custo operacional quanto para o impacto ambiental dos efluentes gerados.
Ao adotar as tecnologias MATACHANA, as instituições de saúde não precisam escolher entre eficiência operacional e responsabilidade ambiental — elas obtêm as duas coisas ao mesmo tempo. Os ciclos mais rápidos (aproximadamente 45 minutos) aumentam a produtividade do CME, enquanto a gestão inteligente de água, energia e químicos reduz custos operacionais e o impacto ambiental da operação.
Mais do que um investimento em equipamento, a adoção dessa tecnologia representa um passo concreto na jornada ESG das instituições de saúde — demonstrando, na prática, que sustentabilidade e performance clínica podem, e devem, caminhar juntas.
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