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Reabilitação › Terapia da Dor - Ondas de Choque

Quais as Indicações das Ondas de Choque?

As Ondas de Choque ou também conhecidas como ondas acústicas são um tipo de energia mecânica que surge através de uma diferença rápida de pressão positiva alta para uma pressão negativa menor e necessitam de um meio de propagação como água, gel ou tecido para se propagarem. Essa diferença de pressão causa um efeito de cavitação, que é o que traz a maioria dos efeitos benéficos das ondas de choque. Este é o nome dado ao fenômeno da vaporização de líquidos através da queda de pressão em uma temperatura constante.

Ondas de Choque Focais e Radiais – Duas tecnologias com gerações diferentes
Onda de choque focal – Alta densidade de energia
Onda de choque radial – Baixa densidade de energia


Efeitos Biológicos das Ondas de Choque
• Estimulação da microcirculação e metabolismo.
• Mecanotransdução – estimulação da matriz celular (Forças mecânicas influenciam o crescimento e a forma de praticamente todos os tecidos e órgãos do nosso corpo. Ou seja, sinais mecânicos são transduzidos em alterações na bioquímica celular).
• Aumenta a permeabilidade celular (aumenta, portanto, o metabolismo).
• Liberação da substância P – neurotransmissor que atua como neuromodulador. Tem diversas funções: resposta de dor na medula espinhal, regular resposta emética (vômito), regeneração de tecido epitelial, regeneração de tecido nervoso, controle da respiração, favorece a vasodilatação.
• Resposta antibactericida/antiinflamatória.
• Estimula fatores de crescimento (neoangiogênese, ossos, colágeno).
• Estimula células-tronco (proliferação, transporte, diferenciação, e rejuvenescimento).
• Efeito analgésico (inibe fibras nociceptivas – liberação de endorfinas e serotonina, e aceleração do efeito da substância P.


Quais as Indicações das Ondas de Choque?

Ortopedia – Pode-se utilizar um tratamento combinado (focal e radial) para as seguintes situações:

• Aquilodinia: Inflamação da bolsa serosa situada entre o tendão de Achiles e calcâneo;

• Fascite plantar: Distúrbio doloroso comum que afeta o calcanhar e a planta do pé. Trata-se de uma desordem no local de inserção dos ligamentos no osso e se caracteriza pela cicatrização, inflamação ou destruição estrutural da fáscia plantar do pé. É frequentemente causada pela lesão por esforço repetitivo da fáscia plantar, que se intensifica com exercício físico, peso ou idade.

• Matatarsalgia: Dor que acomete a região anterior aos dedos, que ocorre em casos de muita pressão durante o caminhar. - Síndrome de estresse tibial: Inflamação da tíbia (principal osso da perna), ou dos tendões e músculos que se encontram adjacentes a este osso, podendo transformar-se em fratura por estresse. É decorrente do impacto da corrida, que causa microtraumas nesta região da perna. É comum em atletas que praticam futebol, ciclismo, tênis, corrida e ginástica artística.

• Tendilite patelar: síndrome gerada pelo excesso de treinos, muitas vezes além do limite de elasticidade e resistência do tendão. A dor se localiza na inserção do quadríceps (acima da patela), no corpo do tendão ou na tuberosidade da tíbia (abaixo do joelho). Geralmente, ela começa suave e melhora durante a atividade.

• Tendinopatia trocanteriana: Afecção nos tendões dos músculos glúteos. Os músculos glúteos são os mais exigidos durante a marcha (caminhar) e corridas, sendo responsáveis por manter o equilíbrio da bacia e tronco. Apesar da importância destes músculos no caminhar e nas atividades físicas, eles são com frequência “esquecidos” nas atividades de reforço muscular. Mesmo atletas profissionais com frequência apresentam fraqueza dos músculos glúteos e não realizam exercícios de reforço. A deficiência funcional destes músculos altera as forças no quadril e sobrecarrega a articulação do quadril e articulações adjacentes.

• Tendinite calcificada: Não se conhece ao certo qual o mecanismo que gera o depósito de cálcio dentro do tendão. Sabe-se que pode ocorrer uma tendinite prévia, associada a uma diminuição provisória da vascularização do tendão. É uma causa de dor comum nos pacientes ao redor dos 40 anos de idade, sendo mais comum em mulheres.

• Epicondilite radial e ulnar: A causa principal é a sobrecarga repetitiva dos músculos flexores do antebraço. Diversos esportes e atividades podem gerar essa sobrecarga, como o golfe, o tênis e a musculação. Um evento único traumático também pode gerar a epicondilite. Atividades de trabalho que necessitam de movimentação repetitiva dos flexores também estão asssociados à epicondilite medial.

• Trigger points: São nódulos sensíveis e palpáveis que podem produzir dor à distância (dor referida) quando pressionados (trigger point latente). A dor referida pode se manifestar mesmo sem a dígito pressão, diz-se então que o trigger point está ativo. A tradução para o português é pontos-gatilho. Tal nomenclatura é devida à presença característica de dor referida, que aparece distante do local onde se disparou o gatilho (local da dígito pressão).

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